Sobre a Mari
Mari por Mari
Mariana Lira, Mari, “Marinha”, Mary, Xuxu, Nany, Nanoka (nariz de pipoca ♪) entre outros codinomes. Doze do doze de mil novecentos e noventa e cinco. Eu amo amar e amo todo mundo. Adoro pessoas inteligentes/espertas, gosto de conversar sobre tudo. Sou tímida, já fui mais. Sou inconstante. Não expresso tudo que sinto, as vezes isso me dá manchas roxas. Tenho uma base familiar unida e amada, apesar dos pesares. Morro de ciúmes, mas é raro alguém perceber. Sei guardar segredos. Gosto de ler, amo dançar. Amo a Deus sobre todas as coisas, sirvo e adoro a Ele com meu corpo e alma. Eu erro, sou humana. Aprendo mais com os erros alheios. Tenho tudo pra ser feliz, o que não me impede de chorar certas vezes. Saudade é o que eu mais tenho; de muita coisa. Eu adoro escrever! Sei tocar violão, não sei cantar. Sou carente, mas não mostro isso. Me empolgo fácil demais. Dou risada de coisas bobas. Eu não sei e não gosto de estudar, mas sou boa aluna. Eu gosto de aprender sem que ninguém ensine. Curto artesanato e maquiagem. Coisas simples. Viver, sorrir, amar. Controvérsias. Absurdos. Complexidade inútil. Eu não bebo, nem fumo. Gosto de todo estilo de música. Não gosto de rotinas, nem de pimentão, nem vitamina de banana, eca. Meu exemplo é minha mãe. Meu pai também, ambos com algumas exceções. Eu realmente gosto de ajudar as pessoas, aconselhando e adoro quando funciona. Eu não gosto de trabalhos domésticos, sou preguiçosa. As vezes egoísta. Não simpatizo com todo tipo de criança. Sou uma pré-vestibulanda que pretende cursar jornalismo e fazer especialização em mídias digitais. Gosto de criar. Tenho amigos doidos; alguns literalmente, outros só fingem. Não tenho muitos. Quero que todos ao meu redor sejam felizes. Quero fazer com que todos ao meu redor sejam felizes. Quero que conheçam a Cristo. Quero tanta coisa, que dá preguiça de escrever. Quero que você termine de ler isso. Se o fez, obrigada. Se não, obrigada. Eu agradeço pelo que não fez. Peço desculpa quando esbarram em mim, mesmo não tendo culpa. Já fui pra trás quando disseram pra ir pra frente (literalmente). Eu sou bem “ao contrário”. Preto e branco, branco e preto. Você pode até achar que é cinza, mas não gosto de meios termos. Ou é um ou é outro, ou os dois moderadamente. E de repente esse texto parece uma canção dos mamonas assassinas, onde ninguém entende mais nada e o creuzeback está abaixando o volume (volume) ♪
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